domingo, 23 de janeiro de 2011

Mediação, parque aquático e dirigir na rodovia!

Amanheceu, acordamos, e a Nathy, Pablo e irmã sairam para procurar um bagageiro de teto porque era tanta a bagagem de todo mundo que não ia caber. Assim que eles sairam, eu e o Victor capotamos de novo, então aproveitamos a manhã inteira para dormir! Ai que maravilha! Acho que tirei o atraso do sono de dias! (risos)

A tarde rolou uns estresses de casal e como o Victor disse, relacionamento só muda mesmo de endereço! Até em outro país, as brigas e motivos são parecidos...(risos). Eu dei uma de mediadora da situação, não posso nem dizer uma de psicóloga, porque não sei se psicóloga fala tanto igual eu falei para os dois. Tenho que fazer uma especialização em psicologia conjugal e familiar para afirmar se o que eu fiz foi ético e condizente com a abordagem.

Mediadora é a palavra mais correta, e fui acalmando a discussão. É incrível como eu me dou por completo quando se trata de relacionamento com sujeitos, seja nos conflitos individuais seja em um conflito de casal. Eu entro tanto ali no momento, que sinto emoção de tudo quanto é lado, dos dois, de cada um e de tudo a minha volta. Eu queria tanto que tudo ficasse bem, que os dois ficassem bem, que não sei se perceberam, mas eu quase chorei. Enquanto falava e falava, minha voz embargou. Duas vezes. Eu vivo aquilo, como meu, até que as pessoas sejam capazes de elas viverem como seu da melhor forma que elas achem que seja o melhor para elas. É, acho que nasci para isso mesmo, não tem jeito.

Depois de tudo melhor, na medida do possível pelo menos, fomos para o parque aquático do camping que era um estilo só! Botava no chinelo muitos clubes de caldas novas...Não tiramos foto porque a câmera estava no porta mala, e o carro tava abarrotado! O mais engraçado no clube foi um argentino com cerca de 11 anos dando em cima de mim e da Nathy (mais especificamente da Nathy) perguntando da onde nós eramos...

Não disse que tem certas coisas que só mudam de endereço? (risos)

Por fim, na volta para Buenos Aires de carro, a noite, o Pablo estava muito cansado, praticamente dormindo no volante. Me ofereci para dirigir uma, duas, e na terceira vez me deixaram, porque senão iam parar o carro de novo e não chegaríamos nunca. Pronto, agora virei uma legítima argentina, porque até dirigindo na rodovia eu estava! (risos)

Primeira viagem de avião, primeira viagem para o exterior, primeiro tênis de marca, agora primeira vez que dirige em rodovia. Será que essa argentina marcou hein?!... (risos)

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