quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

No Uruguay: Colônia Del Sacramento e o quarto do horror em Montevideo.

Tcham tcham tcham! Hoje era o dia de fugir da correria de Buenos! Pegamos um táxi cedinho e fomos para a BuqueBus pegar o buque para irmos para Colonia Del Sacramento, no Uruguay.

Chegamos cerca de três horas mais cedo, e o check in é igual ao de avião. Eu já imaginava mais ou menos como seria o interior do buque porque tinha lido sobre e visto uma foto, mas para o Victor foi uma grande surpresa! Ele adorou! Achou muito lindo, muito chique, um luxo! Foi a partir daqui que a nossa viagem começou a melhorar, podemos dizer assim...Não por causa do luxo do buque, nada disso, mas porque estávamos saindo de Buenos Aires e indo para outro país, que era o que o Victor no fundo queria. Nas quase três horas de viagem (tem o buque rápido que é de uma hora mas não quisemos) pudemos descansar, curtir o Rio de La Plata, olhar o freeshop (é, lá dentro tem um!).

Chegamos em Colonia Del Sacramento que é uma cidadezinha histórica! Vilas, muros de pedra, pracinhas, carros antigos, igrejas, farol, museus...resumindo é isso, uma colônia boa para apreciar e andar! Uma tarde é o suficiente para conhecer tudo de bom que a cidade oferece!

O mais estranho quando a gente entrou no Uruguay por Colonia Del Sacramento são as cédulas e os preços das coisas. As notas são de 500, 200, 50, 20 (essas duas últimas tudo normal pra gente) e a de 10 pesos urugaios é uma moeda grossa e grande! Quanto aos preços não é que são caros (pelo contrário, você pega tudo e divide por 10, esse é o preço em reais, olha que maravilha!! *__* mas é que uma comida são 250 pesos uruguaios, roupas de 199,00; 299,00; 399,00...A gente se assusta um pouco, até acostumar né? (risos)

Pegamos um ônibus na Rodoviária por cerca de 190 pesos uruaguaios cada um (19 reais) e seguimos para Montevideo, capital do país. Depois de duas horas e meia de viagem chegamos no hotel que tinhamos reservado pela internet. Me desculpem leitores, mas tenho que dedicar um parágrafo para contar isso para vocês:

A entrada do hotel era beleza, mais organizado e de melhor aparência em comparação com os dois de Buenos Aires que havíamos ficado. Mas ao entrarmos no quarto... O Victor quase teve um treco de tanto medo que ficou com o aspecto! Batizamos-o de quarto do horror, quarto do drácula...

O Victor sentiu um frio que percorreu todo o corpo dele, de tanto pavor! E descobri que ele é mais medroso que eu, fala sério! (risos). A decoração era estilo antigo, com cortinas pesadas e escuras, movéis da década de nem sei quanto, roupas de camas vermelho sangue, e pior: tinha um quadro de uma mulher pintado a mão muito horrível, uma mulher que dava medo! Até para ir no banheiro escovar os dentes (o quarto era suíte) o Victor pedia que eu o acompanhasse...Dá uma lida nos procedimentos iniciais:

Entramos no quarto e a primeira ação do Victor foi retirar o quadro da parede e virar ao contrário. Só que do lado contrário também tinha a marca dos traços da mulher de lápis (ai que medaaa!). Colocamos detrás do guarda-roupa, e para quebrar o silêncio e o nosso medo, liguei a televisão.

Ah! Prontinho! É só ter barulho, movimento, diálogo, vida que meu medo passou quase por completo! Fomos enfim dormir! Eu já sem medo e o Victor...bem o Victor não dormiu tão tranquilo assim! (risos)

Obs.: Desculpem, não tivemos coragem de fotografar o quarto com o retrato da mulher, só sem o retrato. Mas procurei pela internet e vocês podem conferir pelo orkut...Não está muito bom não, mas dá pra ver! (risos)

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